#19J #stopBolsoraro #ForaBolsonaro in New York on Juneteenth

# 19J In New York, the #stopBolsonaro demonstration (#ForaBolsonaro) began at 4pm, at Union Square in Manhattan. The protest was organized by 6 groups of Brazilians, and about 200 protesters showed up, amongst them were representatives of the Rede pela Democracia no Brasil (USNDB), local trade unionists and representatives of Brazilian groups and local parties, such as the progressive wing of the Democratic Party, e do Party for Socialism and Liberation, as well as musicians and capoeiristas, allies of the local community and other pedestrians.

The activists celebrated Juneteenth in their shirts and words and also spoke of the genocide of black people in Brazil. Luciana, from the group Mulheres da Resistência, highlighted the fundraising campaign, fighting against hunger in Brazil.

Natalia, who represented the Defend Democracy in Brazil Committee - New York , highlighted the solidarity to APIB and the indigenous leaders camped in Brasília for Levante da Terra and the fight against PL490, the bill that threatens their territories and may affect their Constitutional rights. She also spoke of the 13th of May in Brazil, when Brazil’s Black Coalition for Rights called the people out to the streets for the first time since the beginning of the pandemic, which led to the #29M large demonstrations all over Brasil and abroad, and now to all the democratic expressions of # 19J, which demand the removal of Bolsonaro from the presidency.

500 thousand deaths heavily marked the demonstration, with a minute of silence, the mishandling of the pandemic effects was mentioned as the main and current reason why Bolsonaro cannot continue to lead the country. “The genocidal practices of his government are a threat to the world, and he has no ability to remain in office”, Natalia said.

[PORTUGUÊS]

#19J  Em Nova York,  a manifestação  #ForaBolsonaro começou às 16hs, na Union Square em Manhattan. O protesto foi organizado por 6 grupos de coletivos brasileiros, e cerca de 200 manifestantes compareceram, entre eles: representantes da Rede pela Democracia no Brasil (USNDB), sindicalistas locais e representantes de partidos brasileiros e locais, como a ala progressista do partido democrata, e do Partido pelo Socialismo e  Libertação, além de músicos e capoeiristas, aliados da comunidade local e outros pedestres. 

Os ativistas relembraram a data de Juneteenth em suas camisetas e falas, data em que afro-americanos escravizados souberam da abolição da escravatura depois de dois anos, no Texas, e clamaram sua libertação, e assim também falaram do genocídio do povo negro brasileiro.  Luciana, do grupo Mulheres da Resistência, salientou a campanha de arrecadação de fundos para o combate à fome no Brasil que cresceu de maneira assustadora.

Natalia, que se apresentou pelo Comitê Defend Democracy in Brazil, destacou a solidariedade à APIB e aos líderes indígenas acampados em Brasília no momento para o Levante da Terra. Ela também lembrou o 13 de maio no Brasil, quando a Coalizão Negra por Direitos chamou o povo às ruas pela primeira vez desde o início da pandemia, e  acabou impulsionando o #29M e todo as expressões democráticas do #19J, que querem a retirada de Bolsonaro da presidência.  

As 500 mil mortes tiveram um pesado marco na manifestação, com um minuto de silêncio, e foi lembrado como o principal motivo atual de que Bolsonaro não pode ser mantido no poder. “Ele tem tido práticas genocidas em seu governo, é uma ameaça para o mundo, e  ele não tem capacidade de ficar no poder,” disse Natalia.